Amanhã...



É dia de Portugal e na Praça Luís de Camões, a nossa Unidade faz 8 anos!


É também a festa de (re)inauguração, após as obras.


Queremos partilhar esta felicidade convosco.


Até amanhã :)




Soneto

























Por que me descobriste no abandono
Com que tortura me arrancaste um beijo
Por que me incendiaste de desejo
Quando eu estava bem, morta de sono

Com que mentira abriste meu segredo
De que romance antigo me roubaste
Com que raio de luz me iluminaste
Quando eu estava bem, morta de medo

Por que não me deixaste adormecida
E me indicaste o mar, com que navio
E me deixaste só, com que saída

Por que desceste ao meu porão sombrio
Com que direito me ensinaste a vida
Quando eu estava bem, morta de frio


Chico Buarque

Hoje, com "O Público"



















Compre o jornal "O Público" e receba o Guia ConVida da Baixa e Chiado.
Lá estamos nós, a convidar-vos a praticar Yôga connosco.

A quem nos encontrar no Guia oferecemos uma aula experimental!
Até já :)

(#07) Joana Francesa






















(Foto: Paris, 2004)


Tu ris, tu mens trop
Tu pleures, tu meurs trop
Tu as le tropique
Dans le sang et sur la peau
Geme de loucura e de torpor
Já é madrugada
Acorda, acorda, acorda, acorda, acorda
Mata-me de rir
Fala-me de amor
Songes et mensonges
Sei de longe e sei de cor
Geme de prazer e de pavor
Já é madrugada
Acorda, acorda, acorda, acorda, acorda
Vem molhar meu colo
Vou te consolar
Vem, mulato mole
Dançar dans mes bras
Vem, moleque me dizer
Onde é que está
Ton soleil, ta braise
Quem me enfeitiçou
O mar, marée, bateau
Tu as le parfum
De la cachaça e de suor
Geme de preguiça e de calor

Já é madrugada

Acorda, acorda, acorda, acorda, acorda


Do génio Chico Buarque